Analisando o Hipertexto

As matérias publicadas no canal Terra Mundo foram as escolhidas para servirem de base para análise do canal. Nas notícias análisadas (Alemanha: 3 corpos de bebês são achados em congelador e Ondas arrastam e matam oito na Coréia do Sul), podemos perceber a ausência de hipertextos, sendo vistos apenas na lateral no módulo de últimas notícias.

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As ligações semânticas que poderiam existir no texto (substituindo o módulo de últimas notícias) também não existem, eliminando a possibilidade de remeter a outras notícias, fazendo com que o texto das notícias sejam mal aproveitado para fazer ligações.

As expressões que viraram links deveriam ser escolhidas fazendo sentido, dando relevância para aquela expressão e, remetendo a uma outra notícia dentro do contexto da primeira. Se fossem escolhidas de forma aleatória, talvez não chamassem tanta atenção do usuário.

Pensando no usuário, o texto não estimula sua participação, porém, trabalha com imagens e um texto simples, facilitando a leitura. Os hiperlinks por sua vez, poderiam ajudar o usuário que se interessa pelo assunto tratado na notícia, fazendo com que fosse levado para outras de mesmo assunto.

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PSP Elements

O brinquedo das “crianças crescidas”

Surgiu sem fazer barulho, mas depois que caiu no gosto do povo virou sucesso. O Adobe Photoshop Elements entrou no mercado logo depois do lançamento do Adobe Photshop 7 (ambos pela marca Adobe), mas não teve a repercussão que teve sua última versão.

Disponível no site da Adobe, o programa pode ser testado por 30 dias por qualquer um que tiver interesse. Depois desse período é preciso comprá-lo.

Tive curiosidade de saber qual era a novidade do programa e resolvi experimentar. É fantástico!

Normalmente utilizado por designers e pessoas do ramo, o APE pode ser muito atrativo para jovens que se interessem pelo assunto devido ao layout colorido e à fácil navegação.

Apesar de ser muito parecido com o já conhecido AP, o programa apresenta uma série de recursos que facilitam o uso por parte daqueles com pouca prática.

Existem algumas ferramentas semi prontas, como a montagem de um calendário, ou até mesmo de álbuns de fotos com fundos prontos e moldes para as fotos. É possível também receber orientações dentro do programa enquanto se executa uma tarefa, deixando de lado o velho arquivo “help”. O programa permite também que se faça o download de fotos direto da sua área de trabalho, sem precisar entrar nos sites com o Adober Photo Downloader, e ainda que se armazene, organize e selecione as imagens que se quer ver dentro do próprio programa (ferramenta muito útil para quem trabalha com muitas imagens).

Apesar de poder ser usada por qualquer um, esta é uma ferramenta muito útil para designers e pessoas do ramo, que necessitam sempre de um bom editor de imagens para poderem expor toda sua criatividade, tanto na web como em projetos offline.

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Pensando como Maslow

Motivos pelos quais comprei meu celular:

- Tamanho, marca, preço, qualidade, facilidade de uso, aparência, com câmera e por tocar áudio em formato mp3.           

Depois dos aspectos vistos em aula, os motivos, podem sem explicados da seguinte maneira:

- A escolha foi feita começando pela operadora. Queria a Claro, pois gosto do serviço e atende as minhas necessidades. Depois a câmera inclusa ao aparelho.

- Sabia que podia confiar operadora (de acordo com minhas necessidades para fazer e receber chamadas e outros serviços oferecidos)

- Sabia que podia confiar na marca (Nokia) e o aparelho era fácil de ser usado, ainda “perdoando” o usuário.

- Oferece ainda alguns recursos de usabilidade ao extremo, como o caso da discagem rápida, ou ainda os números de emergência. Escolhi ainda por ter câmera e ter unção mp3.

- Neste caso, a estética foi a primeira coisa em que prestei atenção. Dos celulares  que achei bonitos, escolhi o que atendia melhor minhas necessidades.

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web 2.0

O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia:

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

Atualmente, é preciso que os sites sejam vistos não mais apenas como sites, mas sim como softwares, que precisam de constante atualização e pesquisa de aceitação para não se defasarem. Além disso, os novos sites começam a ser vistos com outros olhos quando o que se busca é a interação com o usuário, à exemplo sites como o Flicker, YouTube e Orkut.
Existem alguns sites que estão sempre procurando inovar seu ambiente para melhor atender o usuário, alguns até mesmo a cada 30 minutos. Os serviços ficam à disposição do público, e, os que tiverem aceitação podem ser espalhados pelo site, e os que não tiverem são retirados da rede. Um bom exemplo de site que oferece muitos serviços é o Google, que possui controle de spam, separa os principais links quando uma busca é feita, entre outros.. Assim, alguns programas acabam agregando “beta” ao seu nome. Dizer que um programa é “beta”, é o mesmo que dizer que esta é uma versão inacabada do mesmo e que ainda procura melhorias para melhorar o desempenho do usuário.

Enquanto a Microsoft tem demonstrado uma enorme capacidade em aprender com a competição e até superá-la, não há dúvida de que, desta vez, a competição vai exigir que ela (e, por extensão, todas as demais companhias de software existentes) torne-se um tipo de companhia profundamente diferente. Companhias nativas da Web 2.0 desfrutam de uma vantagem natural porque não precisam se desfazer de antigos padrões (e seus correspondentes modelos de negócios e fontes de receita). A Web 2.0 já não funciona mais para o usuário e sim com o usuário. É preciso permitir que este faça parte do processo de desenvolvimento até mesmo para ajudar os “reais” desenvolvedores com falhas e outros diversos pontos.

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Os Sobrinhos do Capitão

Rudolph Dirks (1877- 1968). Foi um desenhista e roteirista alemão ,muito conhecido por sua criação “Os Sobrinhos do Capitão” (The Katzenjammer Kids) que passou a publicar em 1897 no New York Journal. Rudolph foi o primeiro a utilizar balões em suas histórias e foi inpirado por “Max und Moritz” (Juca e Chico) de Wilhem Busch.  Aposentado,  em 1958, deixou “Os Sobrinhos do Capitão” para seu assistente e filho, John Dirks.

Katzenjammer Kids  é uma história em quadrinhos criada pelo alemão Rudolph Dirks e foi publicada a primeira vez em 12 de dezembro de 1897, no American Humorist. No Brasil as histórias receberam o nome de ”Os Sobrinhos do Capitão”, e tiveram diversas fases editoriais ao longo da história. O enredo trás os gêmeos Fritz e Hans, que são o orgulho da mãe, Mama Chucrutz, uma senhora que dirige uma pensão e quase sempre ignora as traquinagens dos meninos, a quem se refere como “meus anjinhos”. Os irmãos são muito unidos e diabolicamente inteligentes, e adoram aprontar com adultos, em especial nos moradores da pensão da mãe, o Capitão e o Coronel. Sempre que um plano da certo, os dois trocam um beijinho (veja na figura).

                                                   

veja abaixo

Literalmente o nome Katzenjammer significa ‘gemido de gatos’, mas é também uma gíria alemã para “porre”, efeito similar ao normalmente causado pelas traquinagens do loiro Fritz e do moreno Hanz. Com o passar do tempo, o pai e o avô simplesmente sumiram da tira e, em 1902, apareceu na tira aquele que se tornaria o alvo favorito dos garotos: o Capitão.

No Brasil, onde os personagens foram publicados inicialmente na década de 30 em edições do Suplemento Juvenil e outras publicações, foram publicadas tanto as aventuras de Dirks e Knerr como a dos desenhistas que sucederam a ambos.
Atualmente, as tiras são desenhadas por Hy Eismann, que as escreve e desenha desde 1986 para a King Features, que detém os direitos dos personagens. Aqui no Brasil, a Opera Graphica lançou em 2002 a coleção Opera King, com histórias dos gêmeos. Os Katzies, como são conhecidos Fritz e Hans carinhosamente, também viraram filmes animados em branco e preto (em 1918), desenho animado (produzidos pela MGM e lançados no Brasil na década de 80), chaveiros, relógios, brinde de caixa de sucrilhos e até selo postal, lançado pelo governo americano em 1995.

veja a galeria com imagens de “The Katzenjammer Kids   clicando aqui

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O surgimento do design

O design surgiu durante a revolução industrial porque era prático. Envolve projeto, o que capacita a produção rápida e prática, fazendo com que várias pessoas pudessem produzir vários produtos rapidamente. A população começou a crescer o que fez surgirem os novos ricos, que queriam produtos que ainda não existiam e em grandes quantidades. Assim, os artesãos foram postos de lado, pois o ritmo de trabalho deles ela muito inferior ao de uma máquina, por exemplo. Enquanto um artesão levava uma semana fazendo uma cadeira, por exemplo, com um projeto da cadeira em mãos esta poderia ser feita em série, atendendo com mais rapidez aos novos ricos.

Na Europa, o desenvolvimento foi mais rápido e aconteceu devido a várias circunstâncias, e quando estas circunstâncias aconteceram em outros países surgiu o design.  Nos Estados Unidos, houve a necessidade de uma produção mecanizada de armas de fogo durante o século 19 devido à guerra, por isso este sistema de produção chegou tão rápido ao país. As máquinas mudaram, e não o produto. A principal contribuição do design para a revolução industrial foi a proposta de novos meios de trabalho e não a mudança nos produtos em si.

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A Perfect Face

Quem viu gostou. Ou não. A bela moça que se encontra logo na estrada da exposição “Festival Internacional de Linguagem Eletrônica” atende por A Perfect Face, e foi criada por Tim Coe. A princípio esta poderia ser uma invenção boba, mas poderia  ser usada de muitas formas, como por exemplo para a visualização prévia de plásticas. Homens e mulheres ainda têm medo de se submeterem ao bisturi por medo de não gostarem dos resultados, e este seria um bom jeito de ajudar as pessoas a visualizarem como ficaria após uma operação. A foto do paciente seria colocada no computador e este seria programado para fazer as mudanças escolhidas, visando agradar o cliente ou fazer novas mudanças.

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A história da Internet

                Durante a Guerra Fria, o grande medo dos norte americanos era perder informações localizados dentro de seus “quartéis-generais”. Pensando nisso, o Departamento de Defesa pensou em um sistema que interligasse vários pontos que continham informações, de modo que não se centralizasse o comando. Com uma rede onde não houvesse um computador central, caso a Casa Branca fosse atingida, as informações iriam diretamente para o Pentágono, e se o mesmo acontecesse no Pentágono, as informações já estariam a salvo em outro lugar qualquer. Essa Rede era considerada à prova de bombardeio, pois as informações não estariam perdidas caso um dos pontos desaparecesse. Esta rede surgiu em 1969, e foi denominada de ARPAnet (Advanced Research Projects Agency). Com o visível enfraquecimento da URSS na década de 80, surgiu uma nova utilidade para a ARPAnet: interligar laboratórios e universidades nos EUA e mais tarde, em outros países. Foi exatamente nessa época que surgiu o nome Internet. Apesar disso, apenas no final dos anos 80 a Internet passou a ser vista como um eficiente veículo de comunicação mundial.

            Foi então que Tim Berners-Lee teve a idéia de desenvolver com sua equipe um sistema de hipertexto que deveria funcionar em redes de computadores. Nesse momento, ele pensava apenas nos cientistas que precisavam compartilhar suas pesquisas uns com os outros. Em 1991, esses pesquisadores tiveram a idéia de criar a World Wide Web. No início a maior parte das informações ainda era no formato de texto, com poucos desenhos, mas em 1992, Marc Andressen criou o primeiro navegador para Internet: o Mosaic, que era capaz de interpretar gráficos e realizar navegações através de links, como podemos ver atualmente na Web. Logo surgiu um grande interesse comercial pela Rede e foi aí então que aconteceu sua grande expansão.

            Atualmente a Internet é um conjunto de mais de 40 mil redes e respeitando a concepção original não existe um ponto central, isto é, um centro de comando da Internet. A Internet é considerada por muitos teóricos da comunicação, um fenômeno tão ou mais importante para a humanidade quanto a Revolução Industrial. A Internet, porém, tornou o mundo menor. Segundo as últimas pesquisas de e-commerce, o sucesso comercial da rede demonstra que em algumas empresas já têm uma venda representativa através de seus websites. Além disso, a Internet oferece diversos serviços para seus usuários, como por exemplo: WWW – ambiente gráfico, correio eletrônico, newsgroups ou grupos de discussão, chat e o comércio eletrônico; serviçoes que podem ser usados simultaneamente por usuários e fazer com que as empresas atinjam mais facilmente seu público alvo.

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No tempo da gazeta manuscrita

 Durante o século XV, para se divulgar alguma notícia ou informação, era necessário que a carta que a continha fosse lida por vários, que de posse da informação a passaria adiante pelo boca-a-boca. O ato de ler as cartas normalmente era público, e o conteúdo de cada uma, na sucessão de leituras servia a vários destinatários. Este sistema, porém, encontrou seu momento de disciplina. Os fuggers, poderosos financistas alemães, incumbiram seus agentes de enviar periódica e regularmente qualquer informação que tivessem. Deste modo, eles poderiam organizar todas as informações em um único texto que seria vendido. Surgiu então, a gazeta manuscrita.

                O nome “gazeta” surgiu a partir de uma antiga moeda veneziana, cujo nome era usado para denominar o próprio produto que se comprava. As edições eram periódicas e escritas à pena, e distribuídas apenas para assinantes. Quanto maior o número de assinantes, mais copistas haviam para reproduzir o texto. O hábito de ler e comprar gazetas se tornou tão popular que acabou se espalhando por outras partes da Europa, como Itália, Alemanha e França entre outros países, e durou até o século XVIII.

 

Manuscrito  exemplo de manuscrito 

 

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Alexandre Wollner

Nascido em São Paulo, em 1928, Alexandre Wollner  já mostrava interesse ela arte desde pequeno. Começou seus estudos no Instituto de Arte Contemporânea, e esta garantiu-lhe a indicação a uma vaga na Escola Superior da Forma de Ulm, na Alemanha. Ulm, por sua vez, permitiu que Wollner participasse da criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro. Alexandre Wollner destaca-se ainda por ser autor de grandes logomarcas, como a da Klabin, Eucatex e do Itaú.

            Wollner foi aluno da primeira turma do Instituto de Arte Contemporânea do Masp, criado por Pietro Maria Bardi (com quem teve aulas, juntamente com Aldemir martins), Lina Bardi e Jacob Ruchti, em 1951. Wollner teve influências de muitos, como de Karl Gerstner , que 1959 fundou a agência de propaganda Gerstner + Kutter . Em 1962 a agência recebeu um novo membro, Paul Gredinger, tendo como novo nome GGK (Gerstner, Gredinger & Kutter). Quando realizou entre 1951 e 1954 pinturas geométricas, teve influências do passado, vindas de Albrecht Dürer. Recebeu ainda ajuda de Francesc Petit quando criou marcas como a do banco Itaú, por exemplo. No instituto teve cursos com Roberto Sambonet e conheceu Flávio Motta.

Por seus trabalhos neste instituto, recebeu uma bolsa de estudos na Alemanha, em Ulm, na famosa escola de design “Hochschule fur Gestaltung”, sucessora da Bauhaus (escola de design, artes plásticas e arquitetura que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das primeiras escolas de design do mundo). Na escola de Ulm, teve contato com as idéias de Max Bill (designer gráfico, designer de produto, arquiteto, pintor, escultor, professor e teórico do design, cuja obra o coloca entre os mais importantes e influentes designers do século XX), assim como Geraldo de Barros. Em 1951 Wollner faz uma exposição para homenagear Max Bill. Ainda em Ulm, fez estágio no escritório de Otl Aicher , tendo participado da implantação dos projetos da Braun, Lufthansa e Herman Miller. Wollner atingiu seu auge no Brasil, juntamente com Paul Rand e Saul Steimberg nos Estados Unidos.

Mas foi na volta ao Brasil que, com Geraldo de Barros formou o Grupo Ruptura, formado inicialmente por Waldemar Cordeiro, Lothar Charoux, Geraldo de Barros, Luiz Sacilotto, Kazmer Féjer, Anatol Wladyslaw e Leopoldo Haar, artistas que achavam que era necessária uma nova forma de arte, que pensasse e agisse diretamente na sociedade contemporânea. Os artistas se reuniam regularmente para discutir os novos caminhos da arte, da arquitetura e do design (termo este que era novidade no Brasil). A idéia era organizar um projeto de reforma para a cultura brasileira. Assim, não existiria nome mais significativo do que Grupo Ruptura.

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