Baseado nas notícias: “Escândalo com Ronaldo ocupa metade de “mais vistos” do YouTube” e “Peste da internet, spam completa 30 anos de existência”, analisamos o canal de informática da folha online.
Nestas notícias há um contraste, numa os links são dispostos durante e no final do texto, já na outra, apenas no final, os chamados links estruturais.
Acreditamos que a notícia que possui links durante o texto é muito mais polêmica e tem muito mais conteúdo fora do próprio site da folha online e por isso há a necessidade de links estratégicos. Isto pode ser uma tentativa de não dispersar o usuário para outro sites e fazer com que ele permaneça na folha, quando o assunto não é pertinente.
Ambas as notícias apresentam links estruturais no final do texto, links que talvez não sejam nem percebidos pelos usuários, no entanto esse tipo de recurso se torna prático para o site que tem uma grande dimensão. Os links presentes durante a notícia vão para outras páginas da Folha ou no caso da notícia sobre o Ronaldo, somente para o youtube, limitando o trajeto do leitor.
Na primeira notícia analisada é percebido que o texto foi pensando para receber hipertexto, se utilizando de ligações semânticas para chamar a atenção de pontos importantes do texto.
As ligações semânticas que poderiam existir no texto (substituindo o módulo de últimas notícias) também não existem, eliminando a possibilidade de remeter a outras notícias, fazendo com que o texto das notícias sejam mal aproveitado para fazer ligações.
As expressões que viraram links deveriam ser escolhidas fazendo sentido, dando relevância para aquela expressão e, remetendo a uma outra notícia dentro do contexto da primeira. Se fossem escolhidas de forma aleatória, talvez não chamassem tanta atenção do usuário.
Pensando no usuário, o texto não estimula sua participação, porém, trabalha com imagens e um texto simples, facilitando a leitura. Os hiperlinks por sua vez, poderiam ajudar o usuário que se interessa pelo assunto tratado na notícia, fazendo com que fosse levado para outras de mesmo assunto.
O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia:
“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”
Atualmente, é preciso que os sites sejam vistos não mais apenas como sites, mas sim como softwares, que precisam de constante atualização e pesquisa de aceitação para não se defasarem. Além disso, os novos sites começam a ser vistos com outros olhos quando o que se busca é a interação com o usuário, à exemplo sites como o Flicker, YouTube e Orkut.
Existem alguns sites que estão sempre procurando inovar seu ambiente para melhor atender o usuário, alguns até mesmo a cada 30 minutos. Os serviços ficam à disposição do público, e, os que tiverem aceitação podem ser espalhados pelo site, e os que não tiverem são retirados da rede. Um bom exemplo de site que oferece muitos serviços é o Google, que possui controle de spam, separa os principais links quando uma busca é feita, entre outros.. Assim, alguns programas acabam agregando “beta” ao seu nome. Dizer que um programa é “beta”, é o mesmo que dizer que esta é uma versão inacabada do mesmo e que ainda procura melhorias para melhorar o desempenho do usuário.
Enquanto a Microsoft tem demonstrado uma enorme capacidade em aprender com a competição e até superá-la, não há dúvida de que, desta vez, a competição vai exigir que ela (e, por extensão, todas as demais companhias de software existentes) torne-se um tipo de companhia profundamente diferente. Companhias nativas da Web 2.0 desfrutam de uma vantagem natural porque não precisam se desfazer de antigos padrões (e seus correspondentes modelos de negócios e fontes de receita). A Web 2.0 já não funciona mais para o usuário e sim com o usuário. É preciso permitir que este faça parte do processo de desenvolvimento até mesmo para ajudar os “reais” desenvolvedores com falhas e outros diversos pontos.
Durante a Guerra Fria, o grande medo dos norte americanos era perder informações localizados dentro de seus “quartéis-generais”. Pensando nisso, o Departamento de Defesa pensou em um sistema que interligasse vários pontos que continham informações, de modo que não se centralizasse o comando. Com uma rede onde não houvesse um computador central, caso a Casa Branca fosse atingida, as informações iriam diretamente para o Pentágono, e se o mesmo acontecesse no Pentágono, as informações já estariam a salvo em outro lugar qualquer. Essa Rede era considerada à prova de bombardeio, pois as informações não estariam perdidas caso um dos pontos desaparecesse. Esta rede surgiu em 1969, e foi denominada de ARPAnet (Advanced Research Projects Agency). Com o visível enfraquecimento da URSS na década de 80, surgiu uma nova utilidade para a ARPAnet: interligar laboratórios e universidades nos EUA e mais tarde, em outros países. Foi exatamente nessa época que surgiu o nome Internet. Apesar disso, apenas no final dos anos 80 a Internet passou a ser vista como um eficiente veículo de comunicação mundial.
Foi então que Tim Berners-Lee teve a idéia de desenvolver com sua equipe um sistema de hipertexto que deveria funcionar em redes de computadores. Nesse momento, ele pensava apenas nos cientistas que precisavam compartilhar suas pesquisas uns com os outros. Em 1991, esses pesquisadores tiveram a idéia de criar a World Wide Web. No início a maior parte das informações ainda era no formato de texto, com poucos desenhos, mas em 1992, Marc Andressen criou o primeiro navegador para Internet: o Mosaic, que era capaz de interpretar gráficos e realizar navegações através de links, como podemos ver atualmente na Web. Logo surgiu um grande interesse comercial pela Rede e foi aí então que aconteceu sua grande expansão.
Atualmente a Internet é um conjunto de mais de 40 mil redes e respeitando a concepção original não existe um ponto central, isto é, um centro de comando da Internet. A Internet é considerada por muitos teóricos da comunicação, um fenômeno tão ou mais importante para a humanidade quanto a Revolução Industrial. A Internet, porém, tornou o mundo menor. Segundo as últimas pesquisas de e-commerce, o sucesso comercial da rede demonstra que em algumas empresas já têm uma venda representativa através de seus websites. Além disso, a Internet oferece diversos serviços para seus usuários, como por exemplo: WWW – ambiente gráfico, correio eletrônico, newsgroups ou grupos de discussão, chat e o comércio eletrônico; serviçoes que podem ser usados simultaneamente por usuários e fazer com que as empresas atinjam mais facilmente seu público alvo.