1900 – 1950
ENIAC

O ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator) foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. Criado em fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company.
O ENIAC começou a ser desenvolvido em 1943 durante a II Guerra Mundial para computar trajetórias táticas que exigissem conhecimento substancial em matemática, mas só se tornou operacional após o final da guerra.
O ENIAC teve um papel fundamental durante a 2° guerra, pois ajudava nos cálculos da artilharia fazendo os calculos muito mais rapido e mais precisamente do que pessoas. E também durante a Guerra Fria ajudou no projeto da bomba de hidrogênio. Ele foi verdadeiramente o pai dos computadores atuais, por que se viu que era muito mais facil ter uma máquina que fizesse com mais eficência alguns “trabalhos humanos”.
1950 – 2000
ARPANET

ARPANET – Advanced Research Projects Agency Network (ARPANet) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, foi a primeira rede operacional de computadores à base de comutação de pacotes, e “a mãe” da internet atual.
A ARPANet foi totalmente financiada pelo governo Norte-Americano, durante o período da Guerra Fria, o qual foi marcado pelo embate ideológico entre a extinta URSS e os EUA. Temendo um ataque por parte de seus opositores, os americanos tinham como objetivo desenvolver uma rede de comunicação que não os deixasse vulneráveis, caso houvesse algum ataque soviético a informações sigilosas.
A ARPANet ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.
No início da decada de 70, universidades e outras instituições que faziam trabalhos envolvidos à defesa, tiveram permissão para se conectar à ARPANet. Essa primeira versão mostrou ao mundo a facilidade de integrar documentos e expandir a comunicação. Atualmente, há cerca de 400 milhões de computadores permanentemente conectados à internet.
2000-2007
PENDRIVE

O Pen Drive, também conhecido como Memória USB Flash Drive, é um dispositivo de aparência semelhante a um isqueiro ou a um chaveiro que serve para armazenar dados. O Pen Drive possui uma memória flash (que permite armazenar dados por longos períodos, sem precisar de alimentação elétrica) e uma ligação USB, permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador. As capacidades atuais de armazenamento variam de 64 MB até 8 GB. A velocidade de transferência de dados pode variar dependendo do tipo de entrada (USB 1.1 ou USB 2.0)
À grosso modo, o Pen Drive pode ser considerado uma inovação tecnológica pois é algo que surgiu há pouco tempo. Porém, quando foi popularizado, facilitou (e muito) a vida de seus usuários. As vantagens que o Pen Drive trazia superou qualquer uma outra oferecida para armazenamento e transporte de dados, fazendo com o que o dispositivo ficasse cada vez mais popular. Chegou ao Brasil por volta de 2003, mas ainda era pouco utilizado (e comercializado) por falta de conhecimento do produto.
As vantagens que o Pen Drive trás são: a facilidade de armazenamento, a praticidade, e principalmente o transporte de dados, já que as outras formas conhecidas não são tão práticas, como o CD, por exemplo. Enquanto o CD terá sempre a mesma forma, o Pen Drive já existe nos mais diversos formatos, como pulseiras e até mesmo pingentes.
Este é um dispositivo que nos faz ter incerteza sobre o que virá no futuro, por ser algo tão pequeno, capaz de sumir no bolso, mas de tecnologia de ponta com capacidade para carregar dados.
2010 em diante…
M2 – MIRACLE MACHINE

Uma máquina capaz de detectar e extinguir rapidamente várias doenças do corpo de um paciente, através da emissão de raios de uma variada gama de freqüências.
Esta será considerada uma inovação tecnológica revolucionária, pois fará possível a cura em casos antes irrecuperáveis. Malária, dengue, câncer e a própria AIDS não serão mais consideradas doenças graves, mesmo que diagnosticadas de forma retardada.
Infelizmente, devido à facilidade do diagnóstico e da cura, a população ficará desatenta quanto à prevenção das mesmas e, conseqüentemente, o número de contaminações subirá.