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6º dia: palestra

7º dia:

hora de colocar a mão na massa! ..se é que já não coloquei… Levei o sitemap reformulado para apresentar para os professores..aliás, quatro deles. Então escolhi um (para a home pelo menos). E já é um grande passo! para mim pelo menos.

agora o “problema” é definir o que terá em cada área, quero dizer, o tamanho de cada coisa, a resolução do site (claro, porque sempre existem aquelas pessoas sem noção que vão usar um monitor gigante e com uma resolução enorme..tipo aquele monitor de 50″).daí eu tenho um pro-ble-mão, certo? talvez. conversando com a Aline (a guria é quase um guru no processo de fazer sites! hahaha ok, não é assim também, mas a gente tem boas idéias juntas) a gente pensou em duas coisas: público alvo e percentual. O percentual é o de pessoas que usa cada tipo de resolução (é tipo, só quem usa um monitr de 17″ e tem um olho MUITO BOM MESMO vai usar uma resolução 1280×1024) e o público alvo é quem vai olhar nosso site. Chegamos a conclusão que o melhor mesmo é fazer um site que se adapte a uma resolução 1024×768 até 1280×1024.

Em outras palavras, eu já tenho bastante coisas pra resolver. Sitemap da home, sitemap de uma interna, a resolução de tudo isso..enfim, como eu disse antes, hora de colocar a mão na massa!

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5º dia

Grandes colegas, grandes idéias. E uma grande ajuda também! A Aline tem me ajudado muito, e eu também dou uns pitacos sobre o trabalho dela. Hoje, depois dela ter falado com o professor Marcos e ter chegado quase arrancando os cabelos (hehe, exagerei um pouco) a gente trocou umas idéias e eu já fui fazendo algumas coisas e ela mudando outras.

Finalmente(!) chegou minha vez de ser atendida de novo. Dessa vez pelo professor Daniel que é bem exigente com o que produzimos (na minha opinião.). Não que isso seja ruim, muito pelo contrário. Mas enfim. Cheguei lá com uma idéia e aos poucos ele foi me dizendo como poderia mudar algumas coisas, melhorar outras e ainda manter outras. Assim, ficou definido que eu levaria mais uns três ou quatro modelos de como quero a organização do meu site na próxima aula.

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5º dia

Tudo parecia certo. Até a nova explicação do professor Daniel. A aula serviria para fazermos o sitemap do nosso site.  Montei como achei que deveria ser feito, nada com muitos detalhes. Bem simples, só pra eu saber como seria. Pois é. ERA pra eu ter feito com detalhes, afinal, a idéia do sitemap é saber o que vai ter em cada parte do site e como vai funcionar.

Então, o Daniel me explicou o que era pra eu ter feito. E pareceu realmente impossível! Ok, confesso que acho que esta é a parte mais difícil: fazer um rascunho tosco de como as coisas vão ser. No laboratório comecei a pesquisar alguns sites e idéias foram surgindo.. mas ainda assim não tava nada fácil. Eu precisava daquela “luz”, aquela inspiração mágica que de vez em quando a gente precisa e tem. O problema é que eu não tava tendo essa inspiração.. até poucos dias atrás.

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4º dia

Conversas com os professores sobre os objetivos do site e sobre as pesqeuisas feitas. Ok. De novo eu não consegui falar com nenhum dos dois. Mas tudo bem, vejo como um tempo de poder aprofundar minhas idéias. O problema é quando precisa-se de opiniões sobre as idéias.

Nessa aula eu não trabalhei tanto com o meu site. Pensei em mais algumas coisas que quero, em mais alguns objetivos (que talvez sejam descartados depois) e fiquei conversando com alguns colegas sobre o site deles. Em uma dessas conversas acabei me encontrando com a Aline. E a conversa foi longe. Ela me contou da nova idéia que ela teve pro site, do que o professor falou pra ela e a gente acabou falando um monte sobre coisas que ela podia fazer, que ficariam legais e mostrariam o que ela quer passar com o site dela.

E o meu? Vai ficar pra sexta feira. (:

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3º dia

O professor Marcos passou algumas esquematizações para construírmos nossos sites e ainda aquela que ele sugere que usemos. Confesso que achei que seria mais complicado. BEM mais complicado. Mas depois de algumas explicações vejo que ficou só no “achismo” mesmo.

Depois da apresentação, (finalmente!) eu fui falar com o professor. Expliquei meu conceito, minhas idéias (cores diferentes representariam as mudanças as quais me refiro, e ao mesmo tempo passariam o que quero, através da psicodinâmica das cores), falei sobre a idéia da professora isa, de que alguém que não estudou a psicodinâmida das cores não entenderá o que eu quero passar e me sugeriu colocar imagens que representem o que eu quero.

Mas não é preciso um estudo aprofundado sobre a psicodinâmica das cores para o que eu quero. Quero dizer, psicológico, instintivo. Quem vai fazer um estudo sobre a psicodinâmica das cores sou eu, pra acertar a cor da página com o conteúdo e com o que quero passar. Foi o que eu disse pro professor e ele concordou comigo.  Ele disse também que agora eu deveria definir os objetivos do meu site e fazer um levantamento de tantos outros que se pareçam com o site que eu quero construir.

Mas isso é assunto para o próximo dia.

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2º dia

Apresentação das idéias para os professores. Ao menos era o que eu esperava. No final de semana passado tive algumas novas idéias e cheguei a conclusão de que o conceito que queria usar era o de mudança. Primeiro porque é algo que tem muito a ver comigo e segundo porque é como eu vejo o mundo (tanto o mundo, Mundo mesmo como o mundo profisional). Tem que se estar preparado pra mudar sempre que for preciso. Já tive idéias sobre como quero que o site funcione, como seja, o que quero que tenha. Mas aí surgiram algumas dúvidar. Bom, a conversa com os professores ficou para a próxima aula mesmo. Agora é só esperar.

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1º dia

Os professores Marcos e Daniel fizeram uma apresentação da proposta do produto(I) omeçaram a surgir algumas idéias para o site, mas nada muito certo ainda. O problema mesmo eram os “porquês”. Eu sabia o que queria, mas não sabia explicar o motivo…mas como todos sabem, tudo tem um motivo. Ou seja, mãos a obra! é hora de começar a pensar…

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Extenção do Homem

EXTENSÃO DO HOMEM

Maio de 2008

Resenha Bibliográfica de “Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem”, Capítulo I “O MEIO É A MENSAGEM”(p.21) e capítulo 2 “MEIOS QUENTES E FRIOS”(p.38 )

de Marshall Mcluhan.

São Paulo: Editora Cultrix, 1996, 8ª edição 407p.

No livro “Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem”, o canadense Marshall McLuhan (Edmonton, 21 de julho de 1911 — Toronto, 31 de dezembro de 1980) revê as tecnologias do passado e do presente e mostra como os meios de comunicação de massa afetam profundamente a vida física e mental do Homem, levando-o para o mundo da facilidade da Era Eletrônica.

Em “O MEIO É A MENSAGEM”, McLuhan nos diz que o meio é a extensão de nós mesmos, e pode-se dizer que o meio é a mensagem porque é este que configura e controla a proporção e a forma das ações e associações humanas. Por exemplo, qual é a mensagem do telescópio? A aproximação da visão, não importa o que se veja. O que importa é a mensagem de ampliação da capacidade de enxergar. O meio, porém, influencia a mensagem. O meio digital nos dá a curiosidade, faz hiperlinks com outras coisas, enquanto o meio “fora” do digital, não tem como nos distrair desta mesma maneira. O jornal é um exemplo. Quando lemos a página online, temos de lutar contra a vontade de olhar emails e contra os banners que pulam na tela para conseguirmos ler e prestar atenção no que lemos. Já no meio off-line, temos de lutar contra conversas externas e até mesmo contra enjôos de quando lemos enquanto estamos em movimento.

Segundo Marshall, “A ‘mensagem’ de qualquer meio ou tecnologia é a mudança de escala, cadência ou padrão que esse meio ou tecnologia introduz nas coisas humanas”(p.22). A luz elétrica é outro exemplo apresentado pelo autor. É um veículo de mensagens porém sem mensagem “fixa”. Nós não a vemos como um meio, um veículo, porque não sabemos ver sua mensagem, que é aquilo que causa, como por exemplo, iluminar um quarto escuro. Ou seja, a mensagem do meio não é o conteúdo em si, mas sim o efeito que causa.

O cinema por sua vez nos transporta para um mundo de estruturas e configurações criativas. Sua mensagem é a da transição da sucessão linear para a configuração que hoje é vista como: “se funciona, não é obtusa”. Para entendermos como funciona a linearidade, pegamos novamente o exemplo do jornal. Quando se pega o jornal impresso, você escolhe por onde vai começar a leitura através de uma editoria de seu interesse. Na versão online, tem os links correspondentes as editorias, o que nos permite fazer esta mesma escolha. Ou seja, nós damos a linearidade que queremos na leitura. E assim é nas duas versões do jornal.

Os termos Online e off-line nos remetem ao segundo capítulo: “MEIOS QUENTES E FRIOS”. Podemos diferenciá-los da seguinte maneira: o meio quente trabalha com a prolongação de um de nossos sentidos em alta definição, ou seja, oferecendo muita informação para aquele sentido, enquanto o meio frio trabalha com mais de um sentido e passa muitas informações para todos os que são trabalhados naquele momento.

Os meios podem ainda aquecer ou esfriar, tudo depende de como forem usados. Um meio quente permite menos participação que um meio frio, porém não se deve tentar esquentar ou esfriar um meio a qualquer custo. Este pode sofrer um dano irreparável, como vemos no exemplo dos missionários. Estes, deram aos nativos australianos machados de aço quando chegaram, fazendo com que a cultura dos nativos ficasse abalada, pois esta era baseada no machado de pedra. Os missionários deram machados (símbolo de masculinidade) também para as mulheres e para as crianças, fazendo com que os homens tivessem que pedi-los emprestados as mulheres, o que causou a ruína da dignidade daqueles homens. Importa também saber, segundo McLuhan, onde o meio é utilizado, como por exemplo, se um meio quente como o rádio é usado em uma cultura fria ou quente. Vale à pena ainda estabelecer a diferença entre os empregos dos meios quentes e frios. Para tal, devemos comparar e opor a transmissão de um concerto sinfônico e a transmissão de um ensaio sinfônico. Por último, McLuhan ressalta que o aquecimento de um dos sentidos tende a produzir hipnose e o esfriamento de todos os sentidos resulta em alucinação.

Por Julia Lima para as disciplinas de Filosofia e Laboratório de Linguagem I

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Analisando o Hipertexto 2

Baseado nas notícias: “Escândalo com Ronaldo ocupa metade de “mais vistos” do YouTube” e “Peste da internet, spam completa 30 anos de existência”, analisamos o canal de informática da folha online.
Nestas notícias há um contraste, numa os links são dispostos durante e no final do texto, já na outra, apenas no final, os chamados links estruturais.

Acreditamos que a notícia que possui links durante o texto é muito mais polêmica e tem muito mais conteúdo fora do próprio site da folha online e por isso há a necessidade de links estratégicos. Isto pode ser uma tentativa de não dispersar o usuário para outro sites e fazer com que ele permaneça na folha, quando o assunto não é pertinente.

Ambas as notícias apresentam links estruturais no final do texto, links que talvez não sejam nem percebidos pelos usuários, no entanto esse tipo de recurso se torna prático para o site que tem uma grande dimensão. Os links presentes durante a notícia vão para outras páginas da Folha ou no caso da notícia sobre o Ronaldo, somente para o youtube, limitando o trajeto do leitor.

Na primeira notícia analisada é percebido que o texto foi pensando para receber hipertexto, se utilizando de ligações semânticas para chamar a atenção de pontos importantes do texto.

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